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| Ensino & Pesquisa |
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| WORKSHOP COMPOSIÇÃO/INTERPRETAÇÃO |
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O CORPO PENSANTE de VERA MANTERO
PRÓXIMOS WORKSHOPS:
29 de Outubro a 2 de Novembro 2012, La Poderosa, BARCELONA/ESPANHA
mais informação e inscrições: http://www.lassantas.es/
26 de Novembro a 2 de Dezembro 2012, Azala, PAÍS BASCO/ESPANHA
mais informação e inscrições: http://www.azala.es
A relaxação, o uso da voz, a escrita, a respiração e a associação livre são alguns dos meios a serem usados neste workshop de forma a encontrarmos os movimentos e as acções que se estão a passar dentro de nós. Exploraremos alguns deles separadamente de forma a incorporá-los mais tarde em processos de improvisação mais longos e mais complexos. A ideia de entrada num estado particular de consciência será muito importante. A consciência e atenção aos sinais interiores e exteriores (awareness), o uso do espaço e a exploração de objectos e materiais não serão esquecidos.
Ironia e mãos vazias levar-nos-ão mais longe.
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| WORKSHOP COMPOSIÇÃO/INTERPRETAÇÃO |
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EVERYTHING BUT THE CLOTHES de MIGUEL PEREIRA
PRÓXIMOS WORKSHOPS:
sem datas previstas
O vestuário. Decoração, pudor e protecção. Comunicação. O vestuário como uma língua, uma língua falada por toda a gente. Que língua é essa que se veste? E em que moldes? Que níveis? Códigos, argumentos, discursos, “palavras”. Referentes.
Como implicamos o corpo neste discurso? Um corpo suporte. Um portador. Expressando ou mostrando. Exibindo. Expondo.
A identidade reflectida numa espécie de segunda pele, que “fala” por nós, a um primeiro instante.
Esconder ou jogar os comportamentos.
A possibilidade de uma análise imanente dos sistemas de signos diferentes da linguagem que se fala.
Coisas que “servem para” e que se usam para “dizer que”.
Símbolos, metáforas, associações, conotações, sentidos...
Figurinos. Fardas. Efeitos.
A pele, revestimento. O nu.
O corpo por dentro e o corpo por fora.
Podemos desviar o corpo do centro de um discurso performativo?
Corpo especializado, virtuoso(visível) ou corpo standartizado, homogeneizado(invisível). A função estética e a função interpretativa.
O pensamento. A acção. O pensamento com a acção. Pensar com o corpo e não sobre o corpo.
O conceito e a expressão. O ser racional e o ser emocional.
O intérprete que se (re)cria, autónomo, ou o intérprete manipulável. A identidade do intérprete.
As ferramentas de trabalho. A improvisação. Estruturas. Técnicas.
Qual é o processo mental que o intérprete utiliza para criar?
Que processos de construção podemos utilizar para explorar/desvendar imaginários?
Interpretar, representar, apresentar.
O intérprete e o personagem.
Imitação. Repetição.
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