Datas: 31 de Março a 2 de Abril
Horário: 18h às 21h
Horário: 18h às 21h
Preço: 40€/ pessoa
Descontos: 25% para estudantes da área da Música ou Artes Performativas
Descontos: 25% para estudantes da área da Música ou Artes Performativas
Local: Espaço da Penha, Travessa do Calado 26-B, 1170-070 Penha de França, Lisboa
Requisitos: idade mínima 16 anos, aberto a profissionais e não profissionais
Requisitos: idade mínima 16 anos, aberto a profissionais e não profissionais
Inscrições: AQUI
O SOM DO GESTO facilita um encontro transdisciplinar entre músicos, bailarinos e o coreógrafo Lander Patrick. Este workshop oferece uma oportunidade ímpar para a imersão numa investigação desenvolvida ao longo de mais de cinco anos, pesquisa demonstrada em obras como BATE FADO e MAÇÃ DE ADÃO.
Em O SOM DO GESTO, Lander e o grupo de formandos irão criar partituras físicas que se acoplam às partituras musicais, desafiando diálogos entre a sonoridade e a fisicalidade, entre notas e músculos, entre ritmos e movimentos. Este encontro visa pensar o corpo como um parâmetro musical e performativo. A força da presença do corpo do músico ou bailarino é nivelada com a força da música que ele provoca. Ao emancipar esta mobilidade de cada um, questiona-se que implicações sofre uma música que é tocada a dançar e como o espectador perceciona uma música que é também ela corporal.
Este workshop reflete o desejo de continuar a contornar as fronteiras da música e da dança, ativando-se novas vitalidades que nascem da união entre estes dois domínios ancestrais, que chegaram até nós unidos, mas que a academia e a ultra-especialização tende a separar.
Em O SOM DO GESTO, Lander e o grupo de formandos irão criar partituras físicas que se acoplam às partituras musicais, desafiando diálogos entre a sonoridade e a fisicalidade, entre notas e músculos, entre ritmos e movimentos. Este encontro visa pensar o corpo como um parâmetro musical e performativo. A força da presença do corpo do músico ou bailarino é nivelada com a força da música que ele provoca. Ao emancipar esta mobilidade de cada um, questiona-se que implicações sofre uma música que é tocada a dançar e como o espectador perceciona uma música que é também ela corporal.
Este workshop reflete o desejo de continuar a contornar as fronteiras da música e da dança, ativando-se novas vitalidades que nascem da união entre estes dois domínios ancestrais, que chegaram até nós unidos, mas que a academia e a ultra-especialização tende a separar.